Homem dá rasteira em prostituta e foge rindo com amigos em avenida; vídeo repercute na internet
Imagens mostram grupo de homens parando o carro, abordando a mulher na calçada e praticando a agressão gratuita antes de fugir. Caso pode ser enquadrado como violência contra a mulher.

Um vídeo que circula nas redes sociais desde os últimos dias registra uma agressão gratuita contra uma mulher que trabalhava como prostituta em uma avenida. Nas imagens, um grupo de homens para o carro, um deles desce, dá uma rasteira na vítima e foge em seguida entre risadas.
De acordo com o vídeo, que dura cerca de 20 segundos, um veículo com vários ocupantes para na faixa da avenida. Um dos homens desce e caminha em direção à calçada onde a mulher estava. Sem qualquer provocação aparente, ele se aproxima e aplica uma rasteira, derrubando a vítima no chão. Imediatamente após a queda, o agressor corre de volta para o carro, que arranca em alta velocidade enquanto os ocupantes riem.
VEJA O VÍDEO :
O material, gravado aparentemente por um dos acompanhantes do agressor, já acumula milhares de visualizações em plataformas como Instagram, X (antigo Twitter) e TikTok. Muitos internautas condenaram o ato, classificando-o como covardia e machismo explícito.
Repercussão e possíveis consequências
Até o momento, não há informações oficiais sobre a localização exata do incidente nem sobre a identificação dos envolvidos. A mulher agredida não aparece sendo socorrida no vídeo e não se sabe se ela registrou boletim de ocorrência.
Especialistas em segurança pública consultados afirmam que o caso pode ser enquadrado como violência contra a mulher, além de possível lesão corporal. A Lei Maria da Penha e o Código Penal podem ser aplicados, prevendo punições que incluem prisão e multa.
A divulgação do vídeo gerou debates sobre a banalização da violência contra mulheres em situação de vulnerabilidade, especialmente aquelas que trabalham na prostituição. Organizações de defesa dos direitos humanos já cobram que as autoridades investiguem o caso e localizem tanto a vítima quanto os agressores.
Quem tiver informações sobre o incidente pode procurar as delegacias especializadas em atendimento à mulher ou enviar o material para a polícia civil da região onde o fato ocorreu.