Feira De Santana

Pedófilo é morto a pauladas em Feira de Santana, na Bahia

Vídeo de câmera de segurança que flagrou o crime circulou rapidamente nas redes sociais e gerou revolta na comunidade do bairro Pedra do Descanso.

O homem foi flagrado abusando da vítima dentro de um comércio da família da vítima

Feira de Santana, Bahia – Na noite deste sábado (21), um homem suspeito de abusar sexualmente de uma criança de 2 anos e 11 meses foi brutalmente agredido por moradores no bairro Pedra do Descanso, em Feira de Santana. O suspeito foi atacado com enxada e pedaços de madeira após a divulgação de imagens de uma câmera de segurança que teriam registrado o momento do abuso.

De acordo com relatos de testemunhas e moradores, o vídeo se espalhou velozmente pelas redes sociais, provocando indignação generalizada na comunidade. Populares localizaram o homem e o agrediram em via pública. Equipes da Polícia Militar foram acionadas para controlar a situação e resgatar a vítima da linchamento, mas o estado de saúde do agredido não foi divulgado oficialmente até o momento.

VEJA OS VÍDEOS :

Vídeo divulgado nas redes sociais pela família da vítima

A mãe da criança relatou que o abusador é um conhecido da família e teria tido acesso à residência da vítima por meio de um estabelecimento comercial pertencente aos familiares. A criança estava na própria casa quando o crime ocorreu, na tarde de sábado (21).

A Polícia Civil de Feira de Santana deve abrir investigação para apurar tanto o abuso sexual quanto as agressões sofridas pelo suspeito. Até agora, não há detalhes sobre a identificação completa do homem nem sobre eventual prisão ou encaminhamento dele a uma unidade de saúde.

Casos de justiça com as próprias mãos têm se repetido em diversas regiões do país quando imagens de crimes graves, especialmente contra crianças, viralizam. Autoridades alertam que, embora a revolta seja compreensível, a população deve deixar a investigação e a punição a cargo das forças de segurança e do Poder Judiciário, para evitar que inocentes sejam atingidos ou que provas sejam destruídas.

A identidade da vítima e do suspeito são mantidas em sigilo para preservar os direitos da criança, conforme determina o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente deve acompanhar o caso.

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