Pernambuco

Menina de 6 anos relata em vídeo como foi estuprada pelo namorado da avó

Caso viraliza nas redes sociais e gera comoção; Polícia Civil investiga denúncia, mas laudos preliminares não indicam penetração, impedindo prisão em flagrante.

Garota conta como foi abusada pelo namorado da avó

Petrolina, PE – Um vídeo gravado pela própria família de uma menina de apenas 6 anos chocou a população ao viralizar nas redes sociais nos últimos dias. Nele, a criança relata, com detalhes inocentes e perturbadores, ter sofrido abusos sexuais por parte do namorado da avó. O caso ocorreu no Residencial Nova Petrolina, zona urbana da cidade, e foi formalmente denunciado à Polícia Civil de Pernambuco.

De acordo com relatos colhidos junto a familiares e publicações que circulam em perfis locais, a menina descreve atos como toques inapropriados nas partes íntimas, lambidas e ser colocada de joelhos.

Em um dos trechos mais impactantes divulgados (sem exibir a imagem da criança), ela afirma: “Jesus tá vendo no céu, ele castiga. Ele tava pegando no meu pipi e também passando a língua e botou eu de joelho”.

VEJA O VÍDEO :

ATENÇÃO: O VÍDEO A SEGUIR CONTÉM CONTEÚDO PERTURBADOR E FOI DIVULGADO PELA FAMÍLIA DA VÍTIMA.

A família optou por não divulgar imagens explícitas ou que identifiquem a vítima, respeitando sua privacidade e a gravidade do conteúdo.

A mãe da criança registrou boletim de ocorrência na delegacia local logo após tomar conhecimento dos fatos.

O autor do crime é o namorado da avó da vítima

A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar as circunstâncias do caso. Exames periciais foram solicitados imediatamente, mas os laudos iniciais não constataram indícios de penetração vaginal ou lesões graves, o que, segundo informações preliminares, impediu a prisão em flagrante do suspeito – um homem de aproximadamente 46 anos, companheiro da avó materna da vítima. A investigação prossegue, com coleta de depoimentos, análise de provas e acompanhamento psicológico da criança.

O episódio reacende o debate sobre a violência sexual contra crianças no ambiente familiar, onde a maioria dos casos envolve pessoas de confiança. Especialistas alertam que abusos muitas vezes ocorrem sem deixar marcas físicas visíveis, especialmente quando envolvem toques, carícias forçadas ou atos libidinosos sem penetração.

Alerta às famílias

Casos como esse reforçam a necessidade de vigilância constante. Pais, responsáveis e parentes próximos devem observar sinais de desconforto, mudanças de comportamento, regressão (como voltar a fazer xixi na cama), medo inexplicável de determinadas pessoas ou locais, e relatos espontâneos da criança. Qualquer suspeita deve ser denunciada imediatamente.

No Brasil, denúncias podem ser feitas de forma anônima pelo Disque 100 (Direitos Humanos), pelo 190 (Polícia Militar) ou diretamente em delegacias especializadas no atendimento à criança e ao adolescente. Romper o silêncio é fundamental: a proteção da infância depende da ação rápida e da não naturalização de comportamentos suspeitos, mesmo quando vindos de familiares ou pessoas próximas.

A Polícia Civil orienta que a população continue fornecendo informações que possam auxiliar nas investigações, preservando o sigilo e a identidade da vítima. O caso segue sob acompanhamento do Ministério Público de Pernambuco e de órgãos de proteção à infância.

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